domingo, 2 de maio de 2010

Eu, Robô.

Quem é mulher aí levanta a mão! Para as senhouras que levantaram a mão eu dedico este texto. Os homens não precisam olhar torto como se não fosse com eles. Afinal, existe algum assunto que compita às mulheres e que não seja de interesse dos homens? Quem falou fofoca, novela, compras e Brad Pitt só digo uma coisa: há controvérsias.

Acontece que através da comprovação empírica mais empírica que existe que é aquela em que o rato de laboratório somos nós mesmos, a TPM existe. Ela é uma verdade. Segundo pesquisas seríssimas que eu mesma fiz com meus amigos de MSN, os sintomas mais verificados são: carência e irritabilidade.

No quesito carência podemos dizer que se todo o amor do mundo nos fosse dado nesse período, ainda sentiríamos falta do amor dos alienígenas e estaríamos indignadas com os alienígenas pela falta de consideração dos mesmos para conosco. Todos uns ridículos miseráveis insensíveis.

No quesito irritabilidade existem variações que vão da vontade de matar até mesmo a vontade de esquartejar e fazer um quebra cabeças com as partes, isso depende muito se a mulher acredita em deus, se tem crianças em casa, ou se é adepta do álcool.

Eu desenvolvi uma técnica que em um primeiro momento parece uma grande bobagem, mas é um exercício interessantíssimo de antropologia. Para isso seria interessante que você não tivesse sido uma grande de uma preguiçosa (o) e tivesse lido o livro do Isaac Azimov, ajudaria muito nesse momento.

Imagine-se um robô.

Robôs são máquinas programadas para fazer determinadas tarefas. Sua capacidade de decisão estará sempre ligada à programação que existe dentro dele. O estado de TPM deixa a mulher suscetível a uma gama inimaginável de desejos, vontades, sensibilidades que não atingem apenas aos que sofrem sua influência externa, mas principalmente a ela, a louca da mulher TPMizada. Então, juntei o útil ao desagradável. Se você se portar nesses dias como um robô, vai forçar a sua mente a agir de forma prática, ágil e dinâmica. Mas muito cuidado, não vá se transformar em um homem.

Além disso, existem as três leis da robótica que devem ser seguidas, a saber:

§ 1ª lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal. (por ser humano entenda-se o seu namorado ou o seu marido e demais participantes ativos de sua vida);

§ 2ª lei: Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei. (essa é uma parte delicada, jamais deixe o seu marido ou namorado se interar dessa lei);

§ 3ª lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis. (em proteger a própria existência leia-se: cuide do seu corpo com boa alimentação, água e sais minerais).

Aviso que não vai ser fácil, mas senti um enorme alívio ao me ver transvestida de Robocop sem ter que me preocupar se os transeuntes nem ligavam para a minha existência ou se não existe nada de bom pra se fazer nesse mundo. Robôs não ligam pra isso. Lembre-se: apesar de parecer o contrário você tem o controle da sua mente, não são meros hormônios que serão capazes de destruir dias tão bonitos, esteja o céu gris ou azul. Você pode se dopar também, mas para isso consulte um médico. (Ai credo, ficou parecendo auto ajuda)

3 comentários:

Meg Mamede disse...

Vou tentar! Por hora procuro sinalizar meu estado, para que os demais ñ corram riscos, em seguida umas doses de iboprofeno 600, uma bolsa de água quente e cama. Retiro-me do mundo para evitar as tragédias. Bjs.

D disse...

É isso aí Meg! Prudência e cama. Quando vier me avise! Beijo.

Murilo disse...

Para esse post não ficar triste devido ao sucesso do anterior.. segue meu comentário...


Yada, Yada, Yada...